A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende evitar o uso de inteligência artificial na produção de conteúdos para redes sociais e de materiais que serão divulgados durante a disputa pela reeleição ao Palácio do Planalto.
Segundo apuração do portal Metrópoles, a orientação partiu do próprio presidente, que tem adotado uma postura cautelosa e frequentemente crítica em relação ao uso da inteligência artificial.
Integrantes do núcleo político do petista afirmam que a decisão também busca evitar eventuais questionamentos por parte da Justiça Eleitoral durante o período de campanha.
Durante agenda na Bahia, no mês passado, Lula criticou o uso da inteligência artificial em campanhas eleitorais e afirmou que a tecnologia pode favorecer “mentirosos”. A declaração reforça o posicionamento do presidente em defesa de regras mais rígidas para o uso da ferramenta no processo eleitoral.
A estratégia busca priorizar conteúdos produzidos de forma convencional, com o objetivo de ampliar a transparência da comunicação e reduzir riscos relacionados à disseminação de informações falsas durante as eleições.

