Um braço mecânico gira, encaixa o copo, dosa o café e finaliza sem erro. Nenhuma pessoa por perto. Em Shenzhen, uma grande metrópole tecnológica localizada no sul da China, pedir um café pode significar confiar tudo a um robô.

O registro foi feito pela coordenadora de Mídia e Produção Audiovisual do BNews, Victoria Alves, em uma loja que mistura vitrine e laboratório. Ali, tecnologia não fica exposta só para demonstração. Funciona e atende.
Café sem barista e sem improviso
A chamada “Robô 6S Store” é uma dessas paradas que chamam atenção logo de cara. Não pela fachada, mas pelo que acontece dentro.
O preparo do café segue um padrão quase cirúrgico. Movimentos repetidos com precisão, sem variação, sem pressa. Não tem conversa, não tem ajuste de última hora. O resultado sai igual em todas as vezes.

A proposta não é só automatizar. É mostrar até onde dá para ir quando tarefas simples passam a ser executadas por máquinas.

Nem só de café vive a loja
Em outro ponto do espaço, um robô toca piano. Não como demonstração engessada, mas como parte da experiência. Mais adiante, os chamados “cachorros-robôs” circulam e respondem a comandos, imitando movimentos de animais. Sentam, andam, reagem. Não é exatamente novidade tecnológica. O que muda é o contexto. Tudo isso está disponível ali, acessível, integrado ao ambiente, sem clima de feira ou evento.

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