O levantamento da Andreessen Horowitz (a16z), divulgado em março de 2026, confirma o que já vinha sendo percebido no dia a dia: a inteligência artificial generativa deixou de ser novidade e passou a ocupar um papel central na economia digital.
No topo do ranking aparece o ChatGPT, liderando com folga em número de acessos. Mas o estudo mostra que o cenário atual não é de uma única ferramenta dominante — e sim de um ecossistema onde cada IA atende a necessidades específicas.
Ferramentas como Gemini, Canva e DeepSeek reforçam que a IA já faz parte da rotina de trabalho, estudo e criação. Ao mesmo tempo, plataformas como Notion mostram como a inteligência artificial está integrada à produtividade e organização.
No campo de busca e interpretação de informações, ganham espaço soluções como Perplexity e Grok, enquanto o Claude se destaca pela capacidade de lidar com grandes volumes de texto, sendo muito utilizado para leitura, análise e produção de conteúdos mais extensos.
Já no entretenimento, o Character.ai mostra uma tendência curiosa: o uso da IA para conversas com personagens fictícios, ampliando o papel dessas tecnologias para além do trabalho.
Outro ponto importante do relatório é o avanço de empresas chinesas e de modelos open source, indicando uma nova fase da disputa global. A competição não é mais apenas por acesso às ferramentas, mas principalmente por tempo de uso, engajamento e retenção de dados dos usuários.
Ranking das IAs mais acessadas (2026)
ChatGPT
Gemini
Canva
DeepSeek
Grok
Claude
Character.ai
Perplexity
Notion
Google AI Studio
Em resumo: a IA deixou de ser “uma ferramenta” para se tornar infraestrutura digital essencial, presente em praticamente todas as áreas — do trabalho à criatividade, da informação ao entretenimento.
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